A raiz
Uma herança de família: educar é uma forma de cuidar. Daí vem a convicção que estrutura o HABITAR — nenhum saber, sozinho, dá conta de uma pessoa.
A história do HABITAR
Ao trabalhar como educadora, a mentora do HABITAR percebia algo que se repetia dentro e fora da sala de aula: sempre que alguém precisava de apoio mais especializado, os profissionais não se integravam. Cada um com uma parte da história — ninguém com o todo.
Foram quase vinte anos ouvindo isso, no Brasil e no exterior, até ficar claro que o problema não era o profissional. Era a distância entre eles. Daí nasceu este território: uma ideia que une saberes para apoiar o desenvolvimento integral de cada pessoa e família.
Como isso aconteceuComo chegamos aqui
Uma herança de família: educar é uma forma de cuidar. Daí vem a convicção que estrutura o HABITAR — nenhum saber, sozinho, dá conta de uma pessoa.
Entre países, línguas e culturas, ficou claro que o cuidado acompanha a família inteira — e não apenas quem foi encaminhado.
Suporte fragmentado não gera desenvolvimento. O que falta raramente é competência: é conversa entre quem cuida.
Um território onde cada pessoa pode ser atendida por profissionais distintos, com os saberes integrados em torno de uma única história. Não muitas especialidades lado a lado — uma rede que conversa.
O que não funcionava não era o profissional. Era a distância entre eles. Quando os saberes se encontram, a família ganha um chão comum.
A conclusão que deu origem ao HABITAR

Essa história tem nome
Neta de educador. Pedagoga, psicopedagoga, arteterapeuta e psicóloga de orientação psicanalítica. Foi coordenadora escolar no Brasil e no exterior, no Canadá, e é quem idealizou o HABITAR.
“Cada pessoa que chega aqui traz uma história. A nossa não é mais importante — mas também não é menos.”
A base do projeto
Formação de base e quase 20 anos de sala, coordenação e formação de equipes.
A aprendizagem lida junto com a história de quem aprende.
Especialista em plurilinguismo e língua de herança.
Experiência em educação no Brasil e no exterior, incluindo o Canadá.
A criação como linguagem quando a palavra ainda não chega.
Sensibilidade na escuta e pluralidade de saberes sobre o indivíduo — nenhuma leitura única dá conta de uma pessoa.
Do lado de casa
Casada, mãe de duas filhas e da Bellinha, a pet da casa. Boa parte do que ela sabe sobre rotina, cansaço e reinvenção veio de casa — não de curso. É de lá que vem a insistência em falar com as famílias como quem também vive uma.
O território nasceu dessa junção: o rigor da formação e a experiência de estar do outro lado da mesa, como a mãe que pergunta, espera e precisa de resposta.

Esta história virou um território para que a sua tenha onde ser cuidada por inteiro. Se algo do que você leu tocou no que está vivendo, comece contando. A gente escuta de verdade e acolhe.